1.3.07

Os 5 e o Comboio Fantasma


"Aquelas férias prometiam ser deliciosas! Os Cinco iam acampar sozinhos, ou quase, pois a única pessoa crescida que os acompanhava era o SR. Luffy, simpático e distraído professor apaixonado por insectos. Mas, para os Cinco, férias nunca serão férias se nelas não houver uma aventura. E, desta vez, ela surge com a descoberta dos “comboios fantasmas”, comboios que ninguém via, que não transportavam ninguém e circulavam a horas mortas numa linha-férrea abandonada. Quem os conduzia? Eis um mistério que os pequenos se propõem resolver e que vai custar-lhes muitos trabalhos.
Felizmente, há o Sr. Luffy, que não é tão distraído como parece… E é ele que salva os Cinco do sarilho em que se meteram…"
Li praticamente todos os livros dos cinco. A minha paixão pela leitura nasceu precisamente a partir desta série que era obrigado a ler quando frequentava o secundário há mais de quarenta anos! Lembro-me das minhas "redacções" nas aulas de português serem das melhores e possivelmente isso se devia a Enid Blyton.
Este livro foi lançado em Inglaterra no ano de 1948 e editado em Portugal nos anos 60.
Peço desculpa pela fraca qualidade da imagem do livro publicada mas não consegui "arranjar" melhor.



28.2.07

Aprender a Gostar de Comboios





Como se começa a gostar de comboios?
Primeiro ao vê-los passar, fumegar, apitar e estar numa estação a observar toda aquela azáfama de pessoas, trabalhadores de linha, agulheiros, fogueiros e o chefe a dar o seu apito para mais uma partida para outras terras. Era o “pouca-terra” da minha infância e agora as diesel, eléctricas ou não e o pendular com toda a sua juventude e design.
Segundo - passar por uma feira e encontrar, como eu encontrei, um brinquedo de plástico “Made in China” que custa um euro amarrotado num blister mas que pode incluir uma pilha comprada à parte mesmo as dos produtos brancos hoje em dia tão vulgares.
Terceiro, chegado a casa, começar a armar o circuito que tem 25cms de diâmetro e colocar a locomotiva e o vagão na linha a rodar.
Quarto – no entanto, olhando bem, podemos lavar a cara a este brinquedo e dar-lhe um ar mais sério, pintando-o e arranjando-lhe um pequeno decor para que o entusiasmo comece a nascer.
Quinto – pensar em ir um pouco mais longe e começar uma colecção mais séria que reproduza comboios reais com escalas correctas e deixar-se embalar pelo tal entusiasmo sem esquecer o “pequenito” que, para todos os defeitos também arregala os olhos a quem lhe toca pela primeira vez.

26.2.07

Estação de Leça do Balio

Estação Leça do Balio
Hoje apresento somente um pequeno puzzle da Estação de Leça do Balio que é uma maravilha quer pelo seu estilo arquitectónico como pelos seus azulejos decorativos. Mais para a frente irei mostrar pormenores desta estação que, segundo parece, está mais ou menos acautelada embora já muito vandalizada.

22.2.07

Estação Vale da Fumaça


Estação Vale da Fumaça
Esta estação comprei-a não sei bem a quem pois foi através de uma página da internet. Estava totalmente empenada, quebrada em certos pontos e com a estrutura do cais quase desfeita. Ao fim de muito "marralhar" consegui comprar por cinco euros.
Adquiri-la em nova era muito caro e, realmente, fazendo umas buscas conseguimos encontrar aqui ou ali sempre qualquer coisa com interesse e recuperável. Foi o caso e conforme já tive oportunidade de o dizer, só precisei de juntar um pouco de jeito e muita paciencia.

O Comboio na Banda Desenhada



Autor - Enki Bilal
Enki Bilal (baptizado como Enes Bilalović) é um cineasta, desenhista e roteirista de histórias em quadradinhos francês.
Nasceu em Belgrado, Sérvia (antiga Jugoslávia), em 7 de Outubro de 1951, mudando-se para Paris com nove anos de idade. Aos 14, conhece Renné Goscinny, e encorajado resolve se tornar desenhista de quadradinhos. Começa a trabalhar na revista Pilote, e publica sua primeira história, Le Bol Maudit, em 1972.
A partir de 1975, começou a colaborar com o roteirista Pierre Christin numa série de histórias, de teor surreal e sombrio, às vezes enveredando pela ficção científica.

Manual dos Caminhos de Ferro




Interessante consultar este "Manual Prático e Profissional de Caminhos de Ferro".
São 450 páginas em PDF que poderá encontrar e descarregar aqui.

20.2.07

A Fotografia e o Comboio

"The Hand of Man, New York, 1902"
Não podia deixar de juntar estas duas paixões e, para mim enquanto fotógrafo, a escola de Alfred Stieglitz é uma referencia impar... a começar pelo preto e branco capaz de nos seduzir pela contemplação das suas densidades e pelos enquadramentos muitas vezes colocados de lado por qualquer um em prol de técnicas sofisticadas ou a recursos avançados. Como dizia Stieglitz, "a fotografia é a sua paixão e obsessão". Eu, junto ainda a esta arte a minha paixão e obsessão pelos comboios!

EGT - Empresa Geral de Transporte. Serviço Combinado com a CP - Hanomag Kurier. Uma maravilha a juntar a uma maqueta.