Aqui vai uma imagem retirada da Revista MIBA, já antiga, onde se pode observar uma cocheira com placa giratória. A todos aqueles que fazem as suas próprias maquetas, esta ideia é interessante e parece-me muito bonita para qualquer layout. Claro que é um pouco trabalhosa mas também sem esse trabalho as "coisas" não têm "piada".
Os Caminhos de Ferro Vale da Fumaça possuem duas locomotivas 5600 sendo que uma delas ainda não se encontra digitalizada. Somente esta está completa com os devidos sons. É a versão "Santarém". A versão "Entroncamento" dentro em breve estará a circular. Vai recolher às oficinas de José Carlos Santos (que muito recomendo) para fazer o acabamento.
Há tempos que não mostrava a Estação dos Caminhos de Ferro do Vale da Fumaça. Como se pode verificar à hora de ponta muitas pessoas apanham aqui o comboio. Mostro estes dois pormenores sendo um deles uma fotografia de "helicóptero".
Esta é mais uma estação dos nossos Caminhos de Ferro com aspecto triste. A maior parte do dia encontra-se fechada, para não dizer o dia inteiro. Como se pode verificar pelas imagens não vemos aqui viva alma! Encontra-se mesmo a chegar à Regua (Douro) e já não se ouvem as vendedoras a apregoar rebuçados ou água para os viajantes o que ainda se mantém na Estação da Regua. São estas pequeninas coisa que vão desaparecendo e só restam na memória de quem as viveu. Considero que relativamente a esta estação a Refer ainda irá a tempo de, pelo menos, "lavar-lhe a cara" e tornar a reenquadrá-la no seu próprio ambiente. É tudo uma questão de dar vida a elementos paisagísticos do caminho de ferro, uma vez que se encontram praticamente ou no seu todo desactivados e mesmo degradados. Todos sabemos que requalificar (já não digo restaurar) é dispendioso mas, enquanto é possível, é óptimo mesmo para as regiões e manter viva a memória do património.
Pinhão & Vintage e Dark Smoke foram os dois únicos livros que elaborei sobre comboios, os chamados "ScrapBook" (únicos) constituídos por capa dura e 28 páginas cada um com imagens de minha autoria e algumas raras ou mesmo impossíveis de as obter hoje em dia. Uma vez que em Portugal nada se edita sobre comboios (os nossos comboios) faço os meus próprios livros, a minha própria edição.