31.3.11

Frota Vale da Fumaça









O Vale da Fumaça acaba de adquirir a sua frota de camiões para o layout. Aqui ficam alguns exemplares. Neste momento estão à espera de matrículas para ficarem ainda mais reais.

30.3.11

Cerejeiras em Flor

É uma iniciativa da CP e sobretudo uma viagem muito bonita e as cerejeiras em flor são uma maravilha de ver e fotografar. Pena é que os preços sejam um pouco excessivos muito mais para a época que atravessamos. Mas de norte a sul, mesmo em Resende por exemplo, poderemos ver estas maravilhosas flores.

29.3.11

Estante Vale da Fumaça

Pois é, a estante ainda agora nasceu mas já está a ficar pequena mas, como é virtual, vou aumentá-la ou fazer outra para acompanhar os livros. Aqui a madeira fica acessível mas o que demora mais é colocar os referidos livros no seu lugar. Contudo com alguma paciencia tudo se resolve.

28.3.11

Poughkeepsie Bridge & Station


Engraçado porque a segunda imagem dá pareceres com a zona das Fontainhas no Porto. Aqui em Poughkeepsie o rio é o Hudson e a ponte bem maior que a D.Maria.
Mais uma publicação da colecção do Shorpy, como sempre, com grandes imagens e constantemente a manter viva a memória.

Biblioteca Vale da Fumaça

Saí do comboio,
Disse adeus ao companheiro de viagem,
Tínhamos estado dezoito horas juntos.
A conversa agradável,
A fraternidade da viagem,
Tive pena de sair do comboio, de o deixar.
Amigo casual cujo nome nunca soube.
Meus olhos, senti-os, marejaram-se de lágrimas...
Toda despedida é uma morte...
Sim, toda despedida é uma morte.
Nós, o comboio a que chamamos a vida
Somos todos casuais uns para os outros,
E temos todos pena quando por fim desembarcamos.

Tudo que é humano me comove, porque sou homem.
Tudo me comove, porque tenho,
Não uma semelhança com ideias ou doutrinas,
Mas a vasta fraternidade com a humanidade verdadeira.

A criada que saiu com pena
A chorar de saudade
Da casa onde a não tratavam muito bem...

Tudo isso é no meu coração a morte e a tristeza do mundo.
Tudo isso vive, porque morre, dentro do meu coração.

E o meu coração é um pouco maior que o universo inteiro.



De Álvaro de Campos - heterónimo de Fernando Pessoa

27.3.11

Biblioteca Vale da Fumaça

Ainda não existe o termo "comboioteca" ou "trenteca" mas neste caso uma pequena biblioteca onde o comboio aparece sempre como tema ou simplesmente enquadrado no texto. No entanto vou tentar mostrar sempre bons autores com bons livros. É sempre mais um pouco de cultura que não fica mal neste blogue.
Relativamente a Luis Sepúlveda todos o conhecem. Este exemplar é mais um pequeno livro, tipo livro de bolso que, não é mais que um caderno de apontamentos do autor que relata as suas viagens durante o período do exílio, claro, no tempo do Pinochet. Divide-se em quatro partes abaixo mencionadas:

- Apontamentos de uma viagem a lado nenhum
- Apontamentos de uma viagem de ida
- Apontamentos de uma viagem de regresso
- Apontamentos de chegada

Luís Sepúlveda nasceu no Chile em 1949 e vive actualmente em Gijón, na Espanha.

25.3.11

1905 The Bowery


Já em 1905 em Nova York a planificação da cidade dava cartas. O comboio a passar a um nível superior para não criar problemas na cidade, sobretudo às pessoas. A segunda imagem foi ampliada por mim para que se veja mais de perto o comboio.
Mais uma fotografia do Shorpy.

21.3.11

Contentores prontos





Encontram-se já prontos três contentores para o Caminho de Ferro Vale da Fumaça. Construção fácil e que resulta plenamente. "Faça você mesmo"e vai ver que dá muito mais gozo. Para além da poupança nos dias de hoje tão necessária há o aspecto criativo uma vez que, organizar uma maqueta de comboios com elementos só comprados dá a sensação que os retiramos de uma loja para outra.

20.3.11

Experiencias no novo layout

Isto ainda está muito cru. Acabei de mudar o arrumo da sala relativamente à maqueta dos comboios. Relativamente ao filme tenho que pedir ao meu amigo Carlos uma ajuda uma vez que ele mexe muito melhor em vídeo. No entanto é uma experiencia e nada mais.

Como fazer contentores






A técnica é fácil. Aprendia-se antigamente na escola primária. Eram os primeiros passos para aquilo a que hoje em dia se chama artes visuais e seguidamente "projecto". Os nomes vão evoluindo. Assim evoluisse a aprendizagem. Ah... e não havia computadores! Eram as mãos que tudo faziam. É desta maneira que os "contentores" passam de virtuais a peças reais. Relativamente à decoração e pintura dos referidos contentores é suficiente recorrer a fotografias e tentar reproduzir o mais fiel possível. Quando tiver pronto os primeiros prometo que os vou colocar aqui.

A saga dos contentores

Vou iniciar a construção destes contentores, uma vez que, a nível de maqueta, é muito fácil e deveras muito mais "barato" que comprá-los no mercado. Há materiais que não são caros nem baratos mas quando se fala em comboios à escala há sempre uma tentação de pensar que estes são somente para gente rica. Para além disto devemos não esquecer que estas peças são feitas em países com mão de obra muito baixa e os seus preços atingem números que não lembram a ninguém. De certeza que, estas pequenas peças saem de fábrica a menos que um cêntimo ou talvez nem isso e pedem-nos pelas mesmas 6 a 7 euros cada uma! Eu, sempre que posso faço as minhas miniaturas e certamente que não vou recorrer a plásticos porque não é necessário e com paciência ficam melhor que aqueles que estão à venda. A juntar a tudo aquilo que disse o prazer de dizer "isto foi feito por mim".

Amor à camisola!


São mais duas imagens espectaculares.
A primeira é em Clinton, Iowa em Abril de 1943. A companhia é "Chicago & North Western". Até aqui a limpeza da locomotiva é entregue a duas mulheres talvez porque a dedicação a tal trabalho resulte melhor feito por elas. A segunda imagem é em Washington no ano de 1932. A companhia é a "Capital Traction Company". Esta segunda imagem está repetida uma vez que a publiquei à pouco tempo.
Como sempre o acervo da "Shorpy".

8.3.11

Escalas


Para quem ainda tenha algum problema com escalas, aqui vai um indicativo relativo a personagens para o layout. Eu, muitas vezes utilizo a escala 1/76 (OO) que é a versão HO para os ingleses uma vez que a diferença é mínima e consegue-se ver melhores detalhes. Relativamente a material circulante não há problema algum uma vez que circula perfeitamente nas linhas 1/87 (HO). A "Hornby" praticamente estandardiza a escala 1/76 para layouts 1/87.

2.3.11

Ribeira do Espirito Santo-Miramar




Aqui nem "Over ou Under". O comboio passa mesmo ali por cima.
Para além de podermos ver passar os comboios, entre eles o "Intercidades" a grande velocidade, é de admirar esta ribeira que tem uma beleza inconfundível. É um passeio agradável com bons motivos para fotografar.

Over and Under

Ano de 1900 - Arlington, New Jersey.
Mais um arquivo do Shorpy. Podíamos muito bem possuir arquivos deste género. Nos Estados Unidos da América, para além de tudo, existe a imagem do passado e a locomotiva ainda hoje conservada.