5.2.07

Compras, Vendas e Trocas


De quando em vez, os Caminhos de Ferro Vale da Fumaça tem necessidade de ir às compras, vendas ou mesmo trocas. A razão é simples – quando há muitos anos iniciei a minha colecção de comboios que “virou” numa companhia de caminhos de ferro à escala HO – 1:87 não fazia a mínima ideia daquilo que seria dar continuidade à mesma. Hoje em dia debato-me com um problema que é possuir uma grande quantidade de modelos de vários países e respectivas companhias e não ter estabilizado por coleccionar, por exemplo, só comboios americanos, franceses, italianos, etc. Agora que estou mais velho e que a tão falada nostalgia bate à porta, decidi dedicar-me somente aos Caminhos de Ferro Portugueses e Espanhóis, isto é, fico-me pela Península Ibérica e não tão somente como desejaria pela CP uma vez que estes modelos ainda são muito limitados em termos de produção como, ainda, quando aparecem no mercado são a preços proibitivos. Só como exemplo, uma locomotiva diesel da CP custa sensivelmente entre 500 a 600 euros, um vagão de mercadorias pode custar à volta de 50 a 60 euros e um de passageiros poderá mesmo cifrar-se nos 100 euros. Como se pode verificar formar uma composição não é mesmo nada acessível. Assim, com tempo, vou remodelando a “frota”, levando à troca ou mesmo à venda material rolante sobretudo das linhas americanas como se pode ver nas imagens, tentando reconverter outros das linhas europeias que eram similares aos nossos derivando essencialmente na pintura e siglas.
Não estou a desfazer-me de bens mas sim a tentar rentabilizar e uniformizar os Caminhos de Ferro Vale da Fumaça.

16.1.07

Museu de Lousado

Museu de Lousado
Pormenor de vagão na placa giratória

A "pequenina" da LInha da Póvoa

É um costume que todos nós devíamos possuir. Visitar museus! É uma forma de cultura e sobretudo de irmos ao encontro da memória. Não só museus de Caminhos de Ferro mas sim todos os museus das variadas vertentes. É neles que se encontra a nossa história, a nossa nostalgia saudável e onde podemos descobrir ou redescobrir aquilo que os nossos neurónios por vezes nos escondem.

Guia Oficial dos Caminhos de Ferro - 1913




GUIA OFFICIAL DOS CAMINHOS DE FERRO DE PORTUGAL - 1913
Vale a pena consultar este guia da autoria de Mendonça e Costa & Amaral. Publico somente algumas páginas do mesmo para aguçar o apetite. Podem vê-lo em PDF. São 199 páginas interessantes mesmo a nível da publicidade que o mesmo guia inclui.
Autor Responsável - Mendonça e Costa & Amaral.

Estação da Granja Continua Linda










A Estação da Granja Continua Linda

Vale a pena visitar a Estação da Granja quer pelo seu estilo arquitectónico como pelo tratamento cuidado que a mesma tem. Situada junta às praias, nomeadamente a Praia da Granja esta Estação de Caminhos de Ferro possui paineis de azulejos fantásticos bem como os acabamentosem à volta das janelas (como um debroado) da Fábrica Fonte Nova-Aveiro. Não digo para ir até à praia com este tempo mas um passeio desde as Devezas, Valadares, Miramar, Aguda, Granja até Espinho é um bom motivo para começar a conhecer estas estações do litoral.

14.1.07

Fotografia Histórica

Caminhos de Ferro do Minho e Douro
Chegada do 1º. Comboio à Estação do Porto (Central) em 7 de Novembro de 1896.
Ainda em 1896 foi Inaugurada a Linha Urbana do Porto – Campanhã e Porto/S. Bento.

A CP e o Dia Mundial do Ambiente


É interessante ver este prospecto que a CP lançou há uns anos. Interessante pelo seu grafismo, pela mensagem e pelas verdades a que o mesmo faz referencia que são:

- A emissão de gases com efeito de estufa, nomeadamente o dióxido de carbono (CO2), dá origem a alterações nocivas sobre o clima e o planeta.
- O ruído e congestionamento geram inúmeros problemas de saúde, provocando um alastrante "stress" e perturbando o indispensável descanso.
- Ao optar por viajar de comboio está a prestar um benefício à sociedade em geral e a contribuir para a preservação do ambiente.

1.1.07

Locomotivas Abandonadas-Régua




Quem visitar a Estação da Régua depara com estas maravilhas totalmente abandonadas. É pena e quanto mais tempo elas estiverem neste estado menos hipóteses em termos monetários existem para as recuperar. Afinal onde se encontram os amigos dos caminhos de ferro os quais, e eu incluo-me neles, poderiam procurar convencer os responsáveis a tentar fazer "qualquer coisa" para colocar de pé este património. Todos sabemos que isso custa muito dinheiro e que existem outras prioridades mas não deveríamos deixar cair no esquecimento estas locomotivas que tanto e tão bons serviços prestaram às populações por onde passavam.

EGT - Empresa Geral de Transporte. Serviço Combinado com a CP - Hanomag Kurier. Uma maravilha a juntar a uma maqueta.